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Talvez você não seja tão contraditória assim

Há dias em que tudo o que queremos é estabilidade. A tranquilidade de saber o que esperar, a segurança das coisas conhecidas, o conforto de uma rotina que nos acolhe. Em outros, essa mesma rotina parece pequena demais. Surge uma vontade quase irresistível de mudar alguma coisa, experimentar novos caminhos, romper com aquilo que até ontem nos fazia tão bem. Podemos desejar profundamente a companhia de alguém e, pouco depois, sentir necessidade de ficar a sós. Defender uma decisão com argumentos perfeitamente racionais e, diante de outra situação, deixar que as emoções falem mais alto. Querer liberdade, mas também desejar pertencer. Buscar independência e, ainda assim, precisar de cuidado. E então vem aquela pergunta: afinal, o que eu realmente quero? Talvez a dificuldade esteja justamente na expectativa de que exista uma única resposta. Costumamos imaginar que conhecer a nós mesmos significa alcançar uma espécie de coerência definitiva. Como se, em algum momento, fôssemos descobrir quem...

Sobre



Olhe as Estrelas nasceu da ideia de usar a astrologia como uma linguagem para refletir sobre nós mesmos e fazer perguntas sobre a vida.

Aqui, o mapa astral não é uma sentença sobre quem você é. Signos, planetas, casas e aspectos fazem parte de uma história muito mais complexa do que qualquer rótulo pode contar.

A astrologia pode ser uma lente para observar nossos desejos, contradições, padrões, escolhas e maneiras de estar no mundo.

Por isso, você vai encontrar astrologia misturada à vida, à arte, à literatura, às relações e às grandes perguntas da experiência humana.

Porque algumas respostas não estão nas estrelas.
Estão em nós.
E talvez as estrelas possam nos ajudar a encontrá-las.

Olhe as estrelas. Olhe para você.